quarta-feira, 12 de março de 2008
Grupo Cénico - Improv Everywhere
sexta-feira, 7 de março de 2008
Fotos curiosas com muita história para contar...
Enquanto preparo o post relativo à comemoração do 3º aniversário dos cortiços, e do 1º Passeio de BTT, aqui ficam algumas fotos curiosas, mas com muito para contar. Já foi no verão passado, mas tanto uma como a outra retratam grandes momentos, vividos quer na despedida de solteiro do Tó-Mané, quer no seu casamento na semana seguinte.
Aproveito também para dizer, que qualquer dia, iram aparecer mais fotos, com histórias de uma vida real de todas as despedidas de solteiro e casamentos, onde as personagens principais do mesmo, foram cortiços, ou onde os cortiços participaram de uma forma mais activa.

Pede-se a todos os que tenham fotos denunciadoras, que mandem para o mail dos Cortiços (oscorticos@gmail.com), a fim de serem publicadas neste blog.
Cumprimentos.
Jorge Morais
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
BTT na Mêda
"Aí está a recompensa de um esforço de 3 horas a pedalar pelos trilhos da Mêda.

Dasss... Mais parecia os corta fogos da marofa.
Nunca mais acabava.
Mas foi muito fixe.
Cumprimentos."
Hugo Coelho
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Cortiço Hugo no BTT da Mêda
Este homem que vocês aqui vêm na foto é o Cortiço Hugo, com a bicicleta às costas no Passeio de BTT organizado pelos Cortiços. Nesta altura ele já andava com ideias, mas as pernas não o ajudavam, por isso passava maior parte do tempo com a bicicleta às costas...
Força Hugo, pedala muito mas sem a bicicleta às costas, mostra aqueles gajos de que material é feito um Cortiço de gema.
Boa sorte...
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Viagem ao Santo(V)inho 2007
Feita esta ressalva, aqui vai mais uma narração cheia de inspiração, pelo menos assim espero…
No dia 23 de Junho de 2007 realizámos a nossa segunda viagem por terras deste nosso lindo Portugal. O roteiro desta vez, incluiu uma visita à Quinta da Azenha e Casa da Ínsua (Penalva do Castelo), Almoço em Viseu no Solar do Verde Gaio, Visita à Quinta da Fata em Nelas e novamente
a Quinta do Satoninho, no Domingo efectuamos uma visita à cidade Berço de Portugal (Guimarães).Devido a alguns contratempos ocorridos durante a marcação da viagem, o local final de paragem no Sábado, foi novamente a Quinta do Santoinho. Não é que, não seja bom, agora este ano, queria-mos mudar de sítio para conhecer umas novas paragens, contudo, o mesmo não foi possível já que obtivemos da Quinta da Malafaia (também em Viana do Castelo)
uma resposta um pouco incompreensível. De acordo com eles, naquela quinta não podem entrar grupos organizados, muito menos, se dos mesmos, fizerem parte só homens. Não sei até que ponto isso será legal, mas também não interessa porque tudo o resto foi diferente e dias não são dias.Posto isto, como manda a praxe às 8h00m estava marcada a partida, mas como sempre alguém se atrasa, acabámos por sair apenas meia hora mais tarde. Mesmo sabendo que o fim-de-semana ia ser duro, ainda houve uns corajosos que na noite anterior andaram por outras paragens (Almeida) e se deitaram já passava das quatro da manhã, depois, sempre que era possível tentavam dormir o pouco que fosse (mas ficam já a saber que era uma missão quase impossível).
de ir à mala do autocarro, buscar uma arca com gelo para colocar na cabeça, logo no início da viagem, lá chegámos ao nosso primeiro ponto de paragem, a Quinta da Azenha situada em Penalva do Castelo.
Esta quinta é de carácter particular e pertence ao Sr. Albuquerque, até então, amigo do Manel do Petisco e depois daquela nossa estadia, passou a ser amigo de todos nós… LOLPara o pequeno-almoço, foi combinado, que nós levávamos a comida (presunto, pão, chouriça, queijo, bola de carne), e ele colocava
à nossa disposição o vinho. Uma coisa vos digo, tanto a comida como a bebida, foi um eterno regalo para os olhos e para o corpo.Em seguida, fomos conhecer a quinta, mais pro
priamente a adega, que era isso que mais nos interessava. Chegados ao local do crime (pipas e tonéis), chegou a hora de fazermos a prova do vinho novo, que ainda estava a fazer-se por aquela altura. Neste momento um já deve estar engarrafado e outro já deve estar bebido. A vontade para alguns beberem era tanta que até se ajoelhavam, para que fossem os primeiros, não é senhor Rui do Príncipe… Mas como diz o velho ditado, se ajoelhou, vai ter que rezar. Vai daí, colocou a boca no trombone e só parou quando a música acabou. Já de barriga cheia e com mais um convidado na bagagem (o Sr. Albuquerque), dirigimo-nos para a Casa da Ínsua situada também perto
de Penalva do Castelo.Para quem não sabe a Casa da Ínsua foi mandada construir na segunda metade do século XVIII, por Luís de Albuquerque de Mello Pereira e Cáceres, Governador e Capitão General de Mato Grosso, no Brasil.

Os jardins são notáveis, seja em extensão, originalidade ou variedade de espécies. O jardim da frente da casa, de estilo Francês, apresenta um traçado geométrico e canteiros rodeados de buxo. Constitui-se por inúmeras espécies botânicas, destacando-se as camélias, talhadas em várias formas, e as inúmeras variedades de roseira. Como se pode ver na foto o Manel do Petisco foi comparar a sua grande altura, com a de uma sequóia, mas nem lhe chegou aos calcanhares…

Uma das espécies mais notáveis do jardim, pela sua raridade, é a Lótus. As suas belíssimas flores
cor-de-rosa não duram mais do que 48 horas e as suas enormes folhas são impermeáveis à àgua, apesar de estarem dentro de um lago e rodeadas por nenúfares. Destaca-se também uma Magnólia de 1842 e várias sequóias seculares (com cerca de 100 metros de altura). Enquanto isso, o Cortiço André interpretava mais um papel, fazendo de José Hermano Saraiva, para
o câmara man, que na altura era eu (Cortiço Morais).
a adega, eu não sei se todos juntos dávamos conta do recado ao longo da nossa vida. Até o Cortiço Alex que não gosta muito de vinho ficou impressionado com tanta abundância. Á saída como era de esperar, demos mais um concerto bem afinado, para as pessoas que estavam ali de propósito para nos ver. Como era dia de S. João, houve até quem pensasse que a banda que ia tocar na festa tivesse chegado mais cedo (é que são malucos…).Quem quiser saber mais acerca da Casa da Ínsua pode consultar o site em http://www.casadainsua.pt
Com esta brincadeira toda já era quase uma da tarde e tínhamos de ir almoçar. Entrámos todos para o autocarro, e o motorista fez-nos o favor de nos guiar para o restaurante “O Solar do Verde Gaio”, situado em Viseu. Foi um bom repasto, cheio de iguarias e especialidades.
uma enorme variedade de ofertas para todos os gostos e todas as situações. Sendo o maior restaurante da cidade deViseu, possui também um elevado requinte gastronómico aliado a uma imensa variedade de sabores. Do marisco fresco e de qualidadesuperior ao verdadeiro rodízio à brasileira, possui ainda na sua ementa pratos variados de confecção sofisticada, inevitavelmente aliados a um primoroso atendimento num ambiente acolh
edor e de requintada decoração.http://www.solardoverdegaio.pt
Pena é que a esta altura da viagem, houvesse quem já não conseguisse apreciar a comida tal era a pouca fome e a enorme vontade de beber…
Depois de almoçarmos, fomos outra vez para o autocarro, com destino à Quinta da Fata, situada em Nelas.
A casa da Quinta da Fata foi construída no final do século XIX com base no granito da região; foi aumentada nos anos 60 e remodelada em 1991. É uma casa co
m paisagem, que se pode desfrutar ou dos quartos e ou do terraço. A Quinta da Fata está localizada na região demarcada do Vinho do Dão. O ligeiro declive para Sul dá-lhe uma exposição soalheira que beneficia o vinho e que a torna particularmente aprazível. Para além da vinha, a quinta tem jardins, amplos relvados e zonas arborizadas. De entre as muitas árvores, destaca-se uma imponente tília centenária. Tanto a tília como a torre com o antigo depósito da água são bem visíveis e permitem identificar facilmente a quinta desde longe.
Portugal. A Quinta da Fata, situa-se junto à aldeia de Vilar Seco, no Concelho de Nelas, coração dos Vinhos do Dão. A vinha da Quinta da Fata, foi recentemente replantada tendo em consideração as necessidades de modernização e as capacidades de produção actuais. Seleccionaram-se as castas mais represent
ativas da Região do Dão: Toriga Nacional, Tinta Roriz, Alfrocheiro, Jaen e Encruzado. O tipo de solo e a sua exposição a Sul favorecem uma produção de qualidade. O vinho Quinta da Fata
continua a ser produzido na Quinta, utilizando os processos clássicos, com curtimenta em lagares de granito e estágio em cascos de carvalho.Depois desta prosa toda, uma coisa posso dizer, o vinho daquela quinta era mesmo bom, pena é, que não pudemos trazer garrafas connosco sem ninguém ver, claro. Se quiserem saber mais ou efectuar reservas dirijam-se a http://www.quintadafata.com/
stação de serviço, para aliviar a bexiga que já ia bastante cheia. Como não podia deixar de ser, tirámos os instrume
ntos todos do autocarro e fizemos ali um bailarico. O Cortiço Bruno Quintaneiro, ainda teve tempo de mostrar os seus dotes de tocador de concertina com o Cortiço Alex pela frente. Quem sabe, sabe!!!
próximos do Santoinho. Este ano fomos dormir ao centro de Viana do Castelo, porque assim, quem teve forças ainda foi para a noite depois de virmos da Festa do Santoinho. Sobre a festa do Santoinho, n
ão há muito a dizer que não se tivesse passado o ano passado. Ao ínico da noite tivemos de ir ajudar as mulheres a malhar o o centeio, para depois podermos comer o pão.O Cortiço Marco e o Cortiço André só pensavam em comer, o Cortiço Filipe, estava de uma forma que se deixava rir por tudo e por nada, o Cortiço Neves tirou um momento de sobriedade e posou para a foto, o Cortiço Hugo estava tão farto de beber que já lhe doía a garganta, vai daí, decidiu começar a beber pela cabeça no seu todo. Depois no final da noite a festa era geral com o Manel do Petisco e o Cortiço Neves a fazerem o tradicional comboiinho transmontano…


A grande ressalva que tem de ser feita este ano, prende-se com o facto de os verdinhos estarem mais amadurecidos, e nos terem conseguido acompanhar até mais tarde! Mesmo assim ainda não foi mesmo até ao fim. Pode ser que para o ano assim calhe.
menos dificuldade, toda a gente se levantou. O local de paragem também estava perto (Guimarães), por isso não havia muito que desesperar.Quando chegámos a Guimarães, como bons turistas que éramos demos uma volta à cidade mas de autocarro, e tudo isto porque não encontrávamos o restaurante para almoçar.
Assim, que encontrámos o dito cujo, o motorista deixou-nos à porta e ele foi estacionar o autocarro, logo ali ao lado. O Restaurante Florêncio é familiar de cozinha tipicamente regional,
foi fundado por Florêncio Martinho e Ana Maria. Com fama centenária, são vários os prémios que nos foram já atribuídos em diversos concursos de gastronomia. Em seguida e de barriga bem cheia, fomos visitar a mais valia da Cidade de Guimarães e quiçá de
toda a história de Portugal. O Castelo de Guimarães está actualmente inserido numa paisagem lindíssima sobre toda a cidade Berço, assim como está envolto
numa grande área verde preenchida com algumas árvores colocadas a preceito.Depois de efectuada a visita, chegou a hora mais difícil de toda a viagem, o regresso. Como podem esperar o regresso não foi fácil para ninguém, foram dois dias muito cansativos do ponto de vista da garganta e do estômago, claro que mais tarde o fígado também veio fazer das suas como sempre.
Para sempre também fica mais uma foto deste maravilhoso grupo, num local emblemático para toda a história Portuguesa.

Espero que este ano esta viagem se repita, mas com outros locais de visita. Quem sabe para o Alentejo, Madeira, aceitam-se sugestões, desde que nesse fim-de-semana esteja a decorrer alguma actividade de interesse para nós (FESTAS).
Um muito obrigado a todos por terem conseguido ler este post até ao fim, porque, estava a ver que nunca mais terminava. Por agora é tudo e façam favor de comentar, que eu também mereço.
Próximo Post a ser colocado 3º Aniversário dos Cortiços.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Feira das Tradições 2007
O tema da mesma foi: Expressões Artesanais da Vida Rural, daí ter aparecido esta fotografia como pano de fundo. Já muita gente se deve ter perguntado o porquê de aparecerem estas fotos sempre que se realiza a feira das tradições.
Pois bem, para quem não sabe, o Município de Pinhel todos os anos organiza um concurso de fotografia, com um tema específico. Esse concurso, com os seus temas peculiares, serve não só para divulgação do concelho, das suas tradições e das suas gentes, como também para definir qual será o cartaz da Feira das Tradições do ano seguinte.
Assim sendo, o vencedor do concurso de fotografia que se realiza na altura do verão com a atribuição dos prémios marcada para o Festival da Canção (Novembro), vê a sua foto retratada em tudo o que é cartaz alusivo à Feira das Tradições. Desta forma tudo o que se realiza na feira gira em torno do tema central da mesma, desde o desfile de Carnaval aos Colóquios, passando até pela decoração de algumas barraquinhas.
No meu ponto de vista, acho que foi uma óptima ideia por parte da autarquia, visto que desta forma consegue variar radicalmente de ano para ano o tema principal da feira, tendo sempre a certeza de que de uma forma ou de outra o aspecto envolvente será sempre diferente.
Passando agora ao que interessa, este ano de 2007, mais uma vez, e pelo terceiro ano consecutivo, a barraquinha dos CORTIÇOS esteve presente na sua máxima força e esplendor, que nos caracterizou nos anos transactos.
Se no ano anterior, convidámos a tuna da Covilhã para fazer uma breve actuação no nosso espaço, este ano quisemos repetir a dose, mas com um sabor diferente. Vai daí, vimos o Ângelo Brás ali por perto e convidámo-lo a vir até à nossa barraquinha.
Foram momentos únicos que ali se pas
saram, como só ele sabe proporcionar. Com o acordeão e garganta afinada, começou-se ali a cantar uma desgarrada, como só ele sabe. Rapidamente se juntou um aglomerado de pessoas que o queriam desafiar com quadras elaboradas a preceito, contudo a capacidade de improviso dele ultrapassa qualquer um, portanto não admira que passado algum tempo ninguém tivesse fôlego para o acompanhar.
Posto isto, chegou a hora de colocar mãos à obra e ir para trás do balcão trabalhar. Como podem ver, ao início da noite a vontade era muita, estávamos todos preparados atrás do balcão. É normal, a noite estava a começar e também nos colocámos ali porque ficava bem para a fotografia.

Hugo tapou a cara na altura em que estava a falar para a Telma e para a Beta, porque segundo se consta, já tinha dito à mulher que já tinha ido para a cama e depois o fotógrafo ainda o encontrou ali…
O Cortiço André, enquanto os outros trabalhavam, foi apanhado a brindar com o amigo Daniel e o amigo João com um Shot de Cortição. Ainda por cima nem sequer me chamaram a mim… Eu como na altura estava a tomar antibióticos podia ser que até me fizesse bem. Este ano vou-me vigar!!!

No sábado, depois de uma sexta-feira sempre a rasgar, aproximava-se uma noite ainda melhor. O Cortiço André com o medo de poder morrer à sede decidiu pegar num metro de cerveja e fugir dali, mais o Cortiço Neves e o C
ortiço Flávio, mas antes ainda tiveram tempo de tirar uma fotografia. Enquanto isso o Cortiço Hugo pôs mãos à obra e começou a servir a nossa maravilhosa SANGRIA, conceituada além fronteiras.No Domingo
(terceiro e último dia), para não fugir à regra foi mais um dia de animação constante. Para não variar o Cortiço André mais o Hugo Morais, aparecem numa foto, onde nem um nem outro fazem nenhum (senhor André este ano tem de ser apanhado pelo fotografo a trabalhar, se não vai-lhe ser descontado no salário!!! Lol ). Quem t
ambém nos decidiu fazer uma visita, foram os nossos amigos Marco e Coelho da GAP (Grupo de Amigos da Paródia). Um cumprimento geral para todos os seus membros, por parte dos Cortiços.Já para o final da noite, o fotógrafo ainda teve tempo de apanhar o Cortiço Alex à conversa com o amigo Tó-Mané, e os Cortiços Flávio, Hugo e Filipe, numa tentativa desesperada de servir mais algum fino a alguma pessoa que ainda tivesse sede naquela altura do campeonato.

Terminou assim mais uma participação nossa, naquela que é sem dúvida, a melhor feira da beira interior, pese embora nesta altura do ano existirem diversas congéneres pelo distrito fora.
Este ano de 2008 a Feira das Tradições e Actividades Económicas de Pinhel tem como tema principal, Sabedoria Popular e Medicinas Alternativas. Irá realizar-se nos dias 1, 2 e 3 de Fevereiro, e como não podia deixar de ser os CORTIÇOS, iram estar presentes na máxima força.

Caso estejam interessados em saber mais sobre a feira não deixem de consultar o site do Município em http://www.cm-pinhel.pt/
Próximo post, a 2ª Viagem Efectuada so Santo(V)inho, com novas aventuras e novos locais de visita efectuados.




