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sábado, 9 de fevereiro de 2008

Viagem ao Santo(V)inho 2007

Antes de começar a retratar esta magnifica viagem, quero antes de mais pedir desculpa pelo atraso na colocação deste post. MAS, tudo tem uma justificação… Neste caso, andámos muito ocupados durante a semana anterior nos preparativos para a Feira das Tradições, que decorreu 5 estrelas, como daqui a alguns dias virá a demonstrar o post que irei aqui colocar.
Feita esta ressalva, aqui vai mais uma narração cheia de inspiração, pelo menos assim espero…
No dia 23 de Junho de 2007 realizámos a nossa segunda viagem por terras deste nosso lindo Portugal. O roteiro desta vez, incluiu uma visita à Quinta da Azenha e Casa da Ínsua (Penalva do Castelo), Almoço em Viseu no Solar do Verde Gaio, Visita à Quinta da Fata em Nelas e novamente a Quinta do Satoninho, no Domingo efectuamos uma visita à cidade Berço de Portugal (Guimarães).
Devido a alguns contratempos ocorridos durante a marcação da viagem, o local final de paragem no Sábado, foi novamente a Quinta do Santoinho. Não é que, não seja bom, agora este ano, queria-mos mudar de sítio para conhecer umas novas paragens, contudo, o mesmo não foi possível já que obtivemos da Quinta da Malafaia (também em Viana do Castelo) uma resposta um pouco incompreensível. De acordo com eles, naquela quinta não podem entrar grupos organizados, muito menos, se dos mesmos, fizerem parte só homens. Não sei até que ponto isso será legal, mas também não interessa porque tudo o resto foi diferente e dias não são dias.
Posto isto, como manda a praxe às 8h00m estava marcada a partida, mas como sempre alguém se atrasa, acabámos por sair apenas meia hora mais tarde. Mesmo sabendo que o fim-de-semana ia ser duro, ainda houve uns corajosos que na noite anterior andaram por outras paragens (Almeida) e se deitaram já passava das quatro da manhã, depois, sempre que era possível tentavam dormir o pouco que fosse (mas ficam já a saber que era uma missão quase impossível).

Depois de uma viagem atribulada, com violas a cair em cima das cabeças e a necessidade urgente de ir à mala do autocarro, buscar uma arca com gelo para colocar na cabeça, logo no início da viagem, lá chegámos ao nosso primeiro ponto de paragem, a Quinta da Azenha situada em Penalva do Castelo.

Esta quinta é de carácter particular e pertence ao Sr. Albuquerque, até então, amigo do Manel do Petisco e depois daquela nossa estadia, passou a ser amigo de todos nós… LOL
Para o pequeno-almoço, foi combinado, que nós levávamos a comida (presunto, pão, chouriça, queijo, bola de carne), e ele colocava à nossa disposição o vinho. Uma coisa vos digo, tanto a comida como a bebida, foi um eterno regalo para os olhos e para o corpo.
Em seguida, fomos conhecer a quinta, mais propriamente a adega, que era isso que mais nos interessava. Chegados ao local do crime (pipas e tonéis), chegou a hora de fazermos a prova do vinho novo, que ainda estava a fazer-se por aquela altura. Neste momento um já deve estar engarrafado e outro já deve estar bebido. A vontade para alguns beberem era tanta que até se ajoelhavam, para que fossem os primeiros, não é senhor Rui do Príncipe… Mas como diz o velho ditado, se ajoelhou, vai ter que rezar. Vai daí, colocou a boca no trombone e só parou quando a música acabou.


Já de barriga cheia e com mais um convidado na bagagem (o Sr. Albuquerque), dirigimo-nos para a Casa da Ínsua situada também perto de Penalva do Castelo.
Para quem não sabe a Casa da Ínsua foi mandada construir na segunda metade do século XVIII, por Luís de Albuquerque de Mello Pereira e Cáceres, Governador e Capitão General de Mato Grosso, no Brasil.
Os jardins são notáveis, seja em extensão, originalidade ou variedade de espécies. O jardim da frente da casa, de estilo Francês, apresenta um traçado geométrico e canteiros rodeados de buxo. Constitui-se por inúmeras espécies botânicas, destacando-se as camélias, talhadas em várias formas, e as inúmeras variedades de roseira. Como se pode ver na foto o Manel do Petisco foi comparar a sua grande altura, com a de uma sequóia, mas nem lhe chegou aos calcanhares…



A visita a esta quinta é efectuada com um guia, que conta pormenorizadamente toda a sua história envolvente, mas como podem ver a atenção de alguns não estava para aí virada, e a barbaridade que outros faziam, só dava para a risada.




Uma das espécies mais notáveis do jardim, pela sua raridade, é a Lótus. As suas belíssimas flores cor-de-rosa não duram mais do que 48 horas e as suas enormes folhas são impermeáveis à àgua, apesar de estarem dentro de um lago e rodeadas por nenúfares. Destaca-se também uma Magnólia de 1842 e várias sequóias seculares (com cerca de 100 metros de altura). Enquanto isso, o Cortiço André interpretava mais um papel, fazendo de José Hermano Saraiva, para o câmara man, que na altura era eu (Cortiço Morais).


Já no final da visita fomos conhecer também a adega da Casa da Ínsua, e uma coisa vos digo, aquilo é que era uma adega, eu não sei se todos juntos dávamos conta do recado ao longo da nossa vida. Até o Cortiço Alex que não gosta muito de vinho ficou impressionado com tanta abundância. Á saída como era de esperar, demos mais um concerto bem afinado, para as pessoas que estavam ali de propósito para nos ver. Como era dia de S. João, houve até quem pensasse que a banda que ia tocar na festa tivesse chegado mais cedo (é que são malucos…).
Quem quiser saber mais acerca da Casa da Ínsua pode consultar o site em http://www.casadainsua.pt
Com esta brincadeira toda já era quase uma da tarde e tínhamos de ir almoçar. Entrámos todos para o autocarro, e o motorista fez-nos o favor de nos guiar para o restaurante “O Solar do Verde Gaio”, situado em Viseu. Foi um bom repasto, cheio de iguarias e especialidades.
O Complexo turístico “Solar do Verde Gaio” está vocacionado para o ramo hoteleiro, oferecendo uma enorme variedade de ofertas para todos os gostos e todas as situações. Sendo o maior restaurante da cidade deViseu, possui também um elevado requinte gastronómico aliado a uma imensa variedade de sabores. Do marisco fresco e de qualidadesuperior ao verdadeiro rodízio à brasileira, possui ainda na sua ementa pratos variados de confecção sofisticada, inevitavelmente aliados a um primoroso atendimento num ambiente acolhedor e de requintada decoração.
http://www.solardoverdegaio.pt
Pena é que a esta altura da viagem, houvesse quem já não conseguisse apreciar a comida tal era a pouca fome e a enorme vontade de beber…
Depois de almoçarmos, fomos outra vez para o autocarro, com destino à Quinta da Fata, situada em Nelas.
A casa da Quinta da Fata foi construída no final do século XIX com base no granito da região; foi aumentada nos anos 60 e remodelada em 1991. É uma casa com paisagem, que se pode desfrutar ou dos quartos e ou do terraço. A Quinta da Fata está localizada na região demarcada do Vinho do Dão. O ligeiro declive para Sul dá-lhe uma exposição soalheira que beneficia o vinho e que a torna particularmente aprazível. Para além da vinha, a quinta tem jardins, amplos relvados e zonas arborizadas. De entre as muitas árvores, destaca-se uma imponente tília centenária. Tanto a tília como a torre com o antigo depósito da água são bem visíveis e permitem identificar facilmente a quinta desde longe.

A Região Demarcada dos Vinhos do Dão é a mais antiga região demarcada de vinhos de mesa em Portugal. A Quinta da Fata, situa-se junto à aldeia de Vilar Seco, no Concelho de Nelas, coração dos Vinhos do Dão. A vinha da Quinta da Fata, foi recentemente replantada tendo em consideração as necessidades de modernização e as capacidades de produção actuais. Seleccionaram-se as castas mais representativas da Região do Dão: Toriga Nacional, Tinta Roriz, Alfrocheiro, Jaen e Encruzado. O tipo de solo e a sua exposição a Sul favorecem uma produção de qualidade. O vinho Quinta da Fata continua a ser produzido na Quinta, utilizando os processos clássicos, com curtimenta em lagares de granito e estágio em cascos de carvalho.
Depois desta prosa toda, uma coisa posso dizer, o vinho daquela quinta era mesmo bom, pena é, que não pudemos trazer garrafas connosco sem ninguém ver, claro. Se quiserem saber mais ou efectuar reservas dirijam-se a http://www.quintadafata.com/


Depois desta visita, apenas voltámos a parar mais uma vez, numa estação de serviço, para aliviar a bexiga que já ia bastante cheia. Como não podia deixar de ser, tirámos os instrumentos todos do autocarro e fizemos ali um bailarico. O Cortiço Bruno Quintaneiro, ainda teve tempo de mostrar os seus dotes de tocador de concertina com o Cortiço Alex pela frente. Quem sabe, sabe!!!



Como já era o segundo ano consecutivo que estávamos presentes na Quinta do Santoinho, desta vez não houve enganos no trajecto, e também não caímos na esparrela de alugar quartos próximos do Santoinho. Este ano fomos dormir ao centro de Viana do Castelo, porque assim, quem teve forças ainda foi para a noite depois de virmos da Festa do Santoinho. Sobre a festa do Santoinho, não há muito a dizer que não se tivesse passado o ano passado. Ao ínico da noite tivemos de ir ajudar as mulheres a malhar o o centeio, para depois podermos comer o pão.

O Cortiço Marco e o Cortiço André só pensavam em comer, o Cortiço Filipe, estava de uma forma que se deixava rir por tudo e por nada, o Cortiço Neves tirou um momento de sobriedade e posou para a foto, o Cortiço Hugo estava tão farto de beber que já lhe doía a garganta, vai daí, decidiu começar a beber pela cabeça no seu todo. Depois no final da noite a festa era geral com o Manel do Petisco e o Cortiço Neves a fazerem o tradicional comboiinho transmontano…





A grande ressalva que tem de ser feita este ano, prende-se com o facto de os verdinhos estarem mais amadurecidos, e nos terem conseguido acompanhar até mais tarde! Mesmo assim ainda não foi mesmo até ao fim. Pode ser que para o ano assim calhe.















Na manhã de Domingo, o acordar foi mais fácil para uns do que para outros, mas com mais ou menos dificuldade, toda a gente se levantou. O local de paragem também estava perto (Guimarães), por isso não havia muito que desesperar.
Quando chegámos a Guimarães, como bons turistas que éramos demos uma volta à cidade mas de autocarro, e tudo isto porque não encontrávamos o restaurante para almoçar.
Assim, que encontrámos o dito cujo, o motorista deixou-nos à porta e ele foi estacionar o autocarro, logo ali ao lado. O Restaurante Florêncio é familiar de cozinha tipicamente regional, foi fundado por Florêncio Martinho e Ana Maria. Com fama centenária, são vários os prémios que nos foram já atribuídos em diversos concursos de gastronomia.
Dispõem de 2 salas (uma das quais mais reservada para grupos de 50 pessoas) e uma adega típica à entrada onde são visíveis os pipos de vinho para acompanhar os deliciosos petiscos enquanto se espera pelo repasto. E quem já conhece não consegue esquecer as famosas especialidades: o bucho recheado, o arroz de coelho de cabidela, o arroz de frango "pica no chão" e, muito mais, já para não falar nas sobremesas regionais. Para quem ainda não conhece, fica o convite! http://www.restauranteflorencio.com/

Em seguida e de barriga bem cheia, fomos visitar a mais valia da Cidade de Guimarães e quiçá de toda a história de Portugal. O Castelo de Guimarães está actualmente inserido numa paisagem lindíssima sobre toda a cidade Berço, assim como está envolto numa grande área verde preenchida com algumas árvores colocadas a preceito.

Depois de efectuada a visita, chegou a hora mais difícil de toda a viagem, o regresso. Como podem esperar o regresso não foi fácil para ninguém, foram dois dias muito cansativos do ponto de vista da garganta e do estômago, claro que mais tarde o fígado também veio fazer das suas como sempre.
Para sempre também fica mais uma foto deste maravilhoso grupo, num local emblemático para toda a história Portuguesa.


Espero que este ano esta viagem se repita, mas com outros locais de visita. Quem sabe para o Alentejo, Madeira, aceitam-se sugestões, desde que nesse fim-de-semana esteja a decorrer alguma actividade de interesse para nós (FESTAS).
Um muito obrigado a todos por terem conseguido ler este post até ao fim, porque, estava a ver que nunca mais terminava. Por agora é tudo e façam favor de comentar, que eu também mereço.
Próximo Post a ser colocado 3º Aniversário dos Cortiços.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Viagem ao Santo(V)inho - 2006

Estive a pesquisar no meu portfólio de fotos de actividades realizadas, e a primeira que me apareceu, a seguir à Feira das Tradições, foi a nossa majestosa, magnânime e soberba viagem ao Santoinho. A qual nós apelidámos de Santo(V)inho.

Como já foi mencionado em posts anteriores, devido à nossa lacuna temporal na criação do blog, neste momento ainda se está a retratar situações que já aconteceram à algum tempo, e com a sua cronologia correcta. Não se preocupem que aos poucos vão aparecendo todas as actividades por nós realizadas e frequentadas...

Nesse ano de 2006, os Cortiços decidiram que em todos os anos, na medida do possível, se haveria de realizar uma viagem convívio, com alguns amigos á mistura.

A primeira viagem a ser efectuada foi ao Santoinho (Arraial Minhoto). Contudo o programa foi mais vasto do que aquilo que vocês possam pensar.

O encontro foi às 8h00 da manhã. Em seguida entrámos para o autocarro em direcção ao Porto. Como o caminho era longo, não tardou muito para que se fizesse a primeira paragem para o merecido pequeno-almoço.

Como era de esperar, o que não faltou foi vontade de comer e de beber. Foi um pequeno-almoço recheado, com presunto, queijo, bola de carne, pão cerveja e vinho. E claro, sumo para o condutor! :)

Depois deste bom repasto, voltámos todos à carga, quer dizer, para o autocarro e prosseguimos com a nossa viagem. Durante a mesma, festa e animação foram uma constante. Como era altura do Mundial de Futebol não quisemos deixar esse momento importante para trás e fomos todos apetrechados com os respectivos cachecóis...

Já o relógio batia as 11 badaladas, quando esta magnifica comitiva chegou à ribeira de Gaia. A primeira visita, como não podia deixar de ser, foi a uma Cave de Vinhos do Porto (Porto Cálen).

A primeira parte foi bastante interessante como demonstra a foto... Estava toda a gente à espera que a parte teórica acabasse. Na parte prática (prova de vinhos) a conversa já foi outra e o entusiasmo também...

Nesta zona da ribeira, são imensas as caves que estão à disposição para visitas guiadas. Para quem não conhece nenhuma, é uma visita que devem efectuar o quanto antes, porque é deveras interessante saber qual o processo antigo de colheita, manuseamento e elaboração do Vinho do Porto, assim como a respectiva prova, no final.

Acabada que estava esta visita, reunimos o maior número de pessoas e tirámos uma foto de família (para mais tarde recordar...). Os que não estão lá é porque ficaram perdidos em alguma tasca.


Os que estão com o pólo de cor salmão, são os cortiços, à excepção do motorista, claro. Os que estão com o pólo verde são os nosso convidados que nós amigavelmente apelidámos de VERDINHOS. Mais á frente já vão saber porque é que este nome lhes assentou que nem uma luva...

Em seguida, fomos almoçar mesmo ali ao lado, num restaurante escolhido a preceito. Como era altura do campeonato do mundo, tivemos a sorte de Portugal jogar nesse dia. Já que estávamos no cais de Gaia e estava lá colocado um ecrã gigante para o devido efeito, decidimos juntarmo-nos à festa e fomos ver o jogo no meio da multidão aí presente. Enquanto isso, alguns VERDINHOS decidiram recarregar as baterias para a noite, porque já estavam a ver que as coisas não iam ser fáceis para aqueles lados...


Assim que acabou o jogo, dirigimo-nos para o autocarro que o Santoinho ainda não era ali... Depois de uma viagem que deveria ser curta (mas demorou bastante), lá chegámos nós ao destino tão desejado...




Para nosso espanto havia uma fila para entrar que nunca mais acabava, e nós a pensar que éramos os únicos que lá íamos comer nesse dia...
O que ainda nos valeu foram os conhecimentos que adquirimos na nossa magnífica pensão de 5*. O CUSTÓDIO (nome gentilmente atribuído por nós) dono da nossa pensão, conhecia ali meio mundo, o que fez com que metade do grupo não ficasse na fila e fosse logo para dentro para escolher as melhores mesas. Quem diria o CUSTÓDIO até quase nos pagava os bilhetes, só visto, nem contado aqui dá para acreditar naquela peça...

Depois de entrar-mos, lá dentro a confusão era geral, havia pessoas em tudo o que era lugar, e todas à espera do mesmo (COMER, BERBER E DIVERTIR-SE)...

O Santoinho, para que não sabe é uma quinta situada perto de Viana do Castelo que organiza um arraial minhoto, com Sardinhas, Carne, Vinho e Música à disposição de todos mediante o pagamento de um bilhete de entrada.

De acordo com os donos da quinta, em média, cada sessão acolhe cerca de 2000 participantes. A Capacidade actual da Quinta de Santoinho é de 2500 participantes.
Em cada arraial são consumidas 12 mil sardinhas, mil frangos, feveras de 40 porcos, 600 Kg de boroa e outro pão e 2500 litros de vinho branco e tinto, utilizando-se 30 mil peças de louça e 10 mil guardanapos de papel. Desta louça o valor da quebrada e "transviada" ascende em média 60 contos por sessão.
Deu trabalho a numerosos conjuntos musicais e grupos folclóricos, ocupando no serviço, em cada sessão, cerca de 120 empregados.

Depois de bem bebidos e bem comidos, chegou a hora da festa e da paródia. Enquanto que os Cortiços já começavam a fazer a festa à sua maneira, alguns dos VERDINHOS, ainda estavam meio envergonhados, deve ser da idade!!! COITADOS...

Como aquele espaço era pequeno para nós, decidimos ir para a zona do baile e dos ranchos folclóricos. Uma coisa vos posso dizer fizemos mais festa nós do que aqueles que tinham sido pagos para lá ir...


Eu não vos disse, que eles eram VERDINHOS? Ainda a noite era uma criança, a animação ainda mal tinha começado, e alguns VERDINHOS, já estavam sentados e encostados à espera que o tempo passasse. Enquanto isso os CORTIÇOS estavam sempre em animação constante. Este grupo não para...

Para nossa animação, e quando a sede já se instalava no grupo todo, não é que uma campainha começa a tocar?
Ao princípio ninguém sabia o que era, mas depois que olhámos vimos umas pessoas a elaborar uma bebida à base de Champanhe, Seven Up e Vinho Branco, à qual eles dão o nome de CHAMPORREÃO.


A nossa sede na altura era tanta, que nem sequer fomos à procura de copos, ou jarras. Colocámos a boca no trombone e só parámos quando a nossa sede ficou saciada. Aquilo parecia água que saía de uma fonte... Só visto!!!

No final da noite (2 da manhã), os mais fraquinhos foram para a cama. Enquanto isso ainda houve gente que ficou a comer presunto à luz de um candeeiro da estrada e a beber o pouco vinho que havia até às 5 da manhã. Não vou citar nomes, para não criar falsas suspeitas...

No outro dia, domingo, a ressaca da festa era maior para uns do que para outros, mas no entanto ninguém faltou à convocatória para mais uma fotografia de grupo, e aqui sim, com toda a gente presente...


Em seguida, despedimo-nos do nosso amigo CUSTÓDIO (dono da pensão 5*) e entrámos para o autocarro com rumo à cidade de Barcelos. Fomos visitar a cidade e almoçar a um Restaurante de seu nome Adega Lusitana, que os Cortiços recomendam vivamente.

Para finalizar, os CORTIÇOS querem aqui também deixar um agradecimento especial a todos os VERDINHOS que nos acompanharam nesta viagem e que nos aturaram todas as nossas maluqueiras, assim como, ao nosso condutor do autocarro, que só ele sabe aquilo que passou.
PARA O ANO LÁ ESTAREMOS EM MAIS UMA VIAGEM DE MUITO SUCESSO.